Escura e fria para alguns , a noite presenteia-nos assim que o sol desaparece no horizonte.
Mas para mim a noite é um momento comigo próprio e penso no que fiz, no que puderia ter feito e no que nunca teria feito
Alguns vez arrependo me ?sim, mas nao por nao gostar do que tenho agora, mas simples curiosidade do que puderia existir se não tivesse feito aquilo...
Pois bem a noite hoje fez pensar e custa-me ver pessoas que estão iludidas com o dia, que nem reparam na noite e que dizem as maiores barbaridades a pessoas que gostam por uma mera ilusão.
terça-feira, 2 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Chegou ao fim...
pensei muitas vezes em afastar o que me fazia mal, achava que fazia bem e que me tornava forte para os ultrapassar, mas não... acho que me tornou fraco, não enfrentar os problemas. Mas enfrentei um agora e acho que ainda esta por resolver mas sinto me aliviado por ter dito o que tinha a dizer acerca dele a pessoa em questão.
Chegou mesmo ao fim, e podes dizer que desisti ,mas eu preferi que não sofresses e para isso temos também de largar tudo e sair.
Mesmo quando te odiar vou estar sempre contigo foi o que eu te disse, e vou continuar a mante-lo mesmo depois de desaparecer da tua vida
chegou ao fim...
Chegou mesmo ao fim, e podes dizer que desisti ,mas eu preferi que não sofresses e para isso temos também de largar tudo e sair.
Mesmo quando te odiar vou estar sempre contigo foi o que eu te disse, e vou continuar a mante-lo mesmo depois de desaparecer da tua vida
chegou ao fim...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Pessoas como tu, nem vale a pena...
Ponho-me a pensar se um dia encontrarei alguém como tu...mas a verdade e que não... e ainda bem.
Se todas fossem como tu que só ligam as pessoas quando são necessárias e depois deitam-nas fora, então andas muito enganada. Se continuares a fazer vais perder cada vez mais amigos... e ja perdes te um por isso não a volta a dar...
Pensava que eras diferente, mas pelos vistos és como todas as pessoas que criticavas so que ha uma diferença entre ti e elas... elas não eram hipócritas.
Se todas fossem como tu que só ligam as pessoas quando são necessárias e depois deitam-nas fora, então andas muito enganada. Se continuares a fazer vais perder cada vez mais amigos... e ja perdes te um por isso não a volta a dar...
Pensava que eras diferente, mas pelos vistos és como todas as pessoas que criticavas so que ha uma diferença entre ti e elas... elas não eram hipócritas.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Uma musica que escrevi...
Ao ver te naquela estrada
Ao ver te naquele momento
Uma lágrima deixarás cair
do teu rosto, e um aperto em mim
fazia a me querer...
Dar te o meu amor
abraçar-te eternamente
Sentir o teu calor
Para sempre
Ao ver te naquela estrada
Ao ver te naquele momento
Um sorriso brotava do teu rosto
e uma imensa felicidade nascia em mim
fazia a me querer...
Estar só contigo
a ver o por do sol
Nós os dois sozinhos
O amor agora nasceu em nós
Dar te o meu amor
abraçar-te eternamente
Sentir o teu calor
Para sempre
Ao ver te naquele momento
Uma lágrima deixarás cair
do teu rosto, e um aperto em mim
fazia a me querer...
Dar te o meu amor
abraçar-te eternamente
Sentir o teu calor
Para sempre
Ao ver te naquela estrada
Ao ver te naquele momento
Um sorriso brotava do teu rosto
e uma imensa felicidade nascia em mim
fazia a me querer...
Estar só contigo
a ver o por do sol
Nós os dois sozinhos
O amor agora nasceu em nós
Dar te o meu amor
abraçar-te eternamente
Sentir o teu calor
Para sempre
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Era uma vez...
Dois anjos, um belo e resplandecente e outro feio e tímido.
Ambos tinham asas para voar pelos mais belos lugares, mas enquanto um voava pelos céus, outro voava sobre a terra onde observava com curiosidade os "outros" seres.
Um dia, enquanto o belo feio tímido anjo voava, bem junto a terra reparou numa janela...sim numa janela num dos maiores prédios que já vira. Nessa mesma janela, a contemplar o céu, estava um rapariga ,jovem pelo aspecto, com caracóis que lembravam as ondas do mar e com um olhar que se afundava na escuridão da noite, contudo, tinha um sorriso que enchiam o belo feio anjo de felicidade.
Observava todos os dias, atrás da primeira nuvem que encontra-se e ficava horas a admira-la.
Certo dia, o belo feio anjo decidiu abordar a tal rapariga que vira todos os dias. Com as suas asas posou no parapeito da janela e sorriu para ela. Para seu espanto a rapariga sorriu e dissera-lhe que já soubera da sua existência desde o primeiro dia em que ele a vira a janela.
O anjo admirado perguntou-lhe como se chamava e ela com um doce voz dissera-lhe o seu nome. Aquele belo feio anjo nunca ouvira tão profunda sinfonia, como aquela que ouvira quando a rapariga pronunciou o seu nome. Continuaram a falar, até que um dia ao regressar aos céus o belo e resplandecente anjo dissera-lhe que a rapariga que tanto amava estava predestinada a morrer. O belo feio anjo não queria acreditar e nisto lança-se a terra com a máxima velocidade que conseguia...Mas...chegara tarde a rapariga morrera assim que a deixou naquela tarde a janela..tinha se suicidado pois o seu amado a deixara. O belo feio anjo pegou no seu corpo e levou aos céus e perguntou aos outros anjos o que poderia fazer para a salvar. Mas ninguém sabia... até que o belo e resplandecente anjo dissera-lhe só a poderia salvar se lhe dessem asas e um anjo teria de morrer e viver naquele mundo de sofrimento a que chamam "Terra". O anjo não hesitou e deu a suas asas a sua amada e morrera como anjo mas renascera como um dos "outros" seres.
Agora o belo anjo, vivendo na terra, espera cuidadosamente a janela no prédio mais alto que encontrara , a vinda da sua amada que agora vivendo como anjo.
Não sabe quando a encontrará, mas ama-la-á para sempre
Ambos tinham asas para voar pelos mais belos lugares, mas enquanto um voava pelos céus, outro voava sobre a terra onde observava com curiosidade os "outros" seres.
Um dia, enquanto o belo feio tímido anjo voava, bem junto a terra reparou numa janela...sim numa janela num dos maiores prédios que já vira. Nessa mesma janela, a contemplar o céu, estava um rapariga ,jovem pelo aspecto, com caracóis que lembravam as ondas do mar e com um olhar que se afundava na escuridão da noite, contudo, tinha um sorriso que enchiam o belo feio anjo de felicidade.
Observava todos os dias, atrás da primeira nuvem que encontra-se e ficava horas a admira-la.
Certo dia, o belo feio anjo decidiu abordar a tal rapariga que vira todos os dias. Com as suas asas posou no parapeito da janela e sorriu para ela. Para seu espanto a rapariga sorriu e dissera-lhe que já soubera da sua existência desde o primeiro dia em que ele a vira a janela.
O anjo admirado perguntou-lhe como se chamava e ela com um doce voz dissera-lhe o seu nome. Aquele belo feio anjo nunca ouvira tão profunda sinfonia, como aquela que ouvira quando a rapariga pronunciou o seu nome. Continuaram a falar, até que um dia ao regressar aos céus o belo e resplandecente anjo dissera-lhe que a rapariga que tanto amava estava predestinada a morrer. O belo feio anjo não queria acreditar e nisto lança-se a terra com a máxima velocidade que conseguia...Mas...chegara tarde a rapariga morrera assim que a deixou naquela tarde a janela..tinha se suicidado pois o seu amado a deixara. O belo feio anjo pegou no seu corpo e levou aos céus e perguntou aos outros anjos o que poderia fazer para a salvar. Mas ninguém sabia... até que o belo e resplandecente anjo dissera-lhe só a poderia salvar se lhe dessem asas e um anjo teria de morrer e viver naquele mundo de sofrimento a que chamam "Terra". O anjo não hesitou e deu a suas asas a sua amada e morrera como anjo mas renascera como um dos "outros" seres.
Agora o belo anjo, vivendo na terra, espera cuidadosamente a janela no prédio mais alto que encontrara , a vinda da sua amada que agora vivendo como anjo.
Não sabe quando a encontrará, mas ama-la-á para sempre
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Desconhecido...
Desconhecido é o nosso mundo,
Locais por desvendar
Que o nosso ser tenta alcançar
mas nunca o encontra. Será sorte ou azar?
Será felicidade ou tristeza?
Mas se mal conhecemos o nosso próprio lugar,
Como partimos para o desconhecido?
O Desconhecido neste mundo somos nós próprios
Eu nunca parti... E tu já ?
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